A Justiça do Distrito Federal negou o pedido do advogado Willer Tomaz e da empresa Wt Administração de Imóveis e Bens para obrigar Richarlison a remover publicações sobre uma disputa envolvendo uma ilha em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. A decisão foi tomada pelo juiz Giordano Resende Costa, da 4ª Vara Cível de Brasília.

Nas postagens, Richarlison acusa Willer Tomaz e o senador Flávio Bolsonaro de terem tomado a propriedade sem pagar pelo imóvel. As acusações foram feitas pelo jogador em publicações no Instagram e não representam, por si só, uma conclusão judicial sobre os fatos.

Em uma publicação de 21 de outubro, Richarlison afirmou que havia comprado a área na Ilha Comprida em 2020 e que a Justiça do Rio de Janeiro teria reconhecido a posse. Ele também alegou que um pedido de regularização ficou parado por dez meses na Secretaria do Patrimônio da União e questionou a atuação de uma empresa relacionada ao grupo do advogado.

O jogador ainda compartilhou documentos judiciais, contratos e uma captura de tela de uma suposta conversa com Flávio Bolsonaro, na qual teria pedido a devolução do dinheiro. Até o fechamento da informação, a assessoria de Willer Tomaz não havia enviado posicionamento sobre a decisão.