Segundo O TEMPO, a Justiça Eleitoral vai apurar as circunstâncias em que Romeu Zema (Novo) votou usando um celular dentro da cabine, em Araxá. A utilização de aparelhos de comunicação nesse espaço é proibida pela legislação brasileira.

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga, afirmou que a conduta é irregular e pode caracterizar crime, com possibilidade de pena de detenção. Ele disse que providências serão adotadas caso a apuração confirme o ocorrido.

Braga também declarou que os mesários não deveriam ter permitido a entrada do celular na sala de votação e classificou o episódio como uma “série de equívocos”.

Após votar, Zema afirmou que não foi avisado sobre a proibição. O candidato disse que não fotografou a urna nem alterou sua forma de votar e que entregaria o aparelho imediatamente caso tivesse sido orientado pelos mesários.

“Eu ando com celular o dia todo. Ele é quase como se fosse um dedo. Ninguém me lembrou ali, eu fui votar normalmente”, declarou Zema ao ser questionado por jornalistas.