Dignidade
O corpo merece respeito independentemente de forma, peso, idade ou capacidade.
Ter uma relação mais saudável com o corpo não exige amar a aparência todos os dias. É possível construir respeito, neutralidade, conforto e cuidado mesmo em fases de mudança, insegurança, doença ou comparação.
Imagem corporal inclui percepções, pensamentos, sentimentos e comportamentos. Ela pode variar com idade, saúde, relações, mídia e contexto.
O corpo merece respeito independentemente de forma, peso, idade ou capacidade.
Nem todo dia precisa ser de admiração; tratar-se sem crueldade já importa.
Sentidos, movimento, descanso, adaptação e recuperação também fazem parte.
Corpos variam e não existe aparência única capaz de representar saúde.
Você pode interromper comentários e conversas invasivas.
Saúde não precisa ser construída por punição, medo ou humilhação.
Escolha uma situação para receber três caminhos iniciais de reflexão.
Não é necessário informar detalhes pessoais.
Observe o que aumenta sofrimento e escolha um passo pequeno, sem exigir mudança imediata de sentimento.
Avalie como cada dimensão está funcionando hoje. O resultado é uma fotografia temporária.
Zero significa muita dificuldade; dez, boa sustentação.
Notas baixas não definem fracasso. Elas podem indicar áreas que precisam de proteção, apoio ou cuidado.
Abra os cartões para acessar perguntas e pequenas ações.
Escolha até cinco tipos de conteúdo presentes no seu feed e monte um plano de ajuste.
O objetivo não é eliminar toda imagem corporal, mas aumentar escolha e pensamento crítico.
Escolha uma situação e gere uma alternativa de neutralidade corporal.
Sua alternativa aparecerá aqui.
Marque os dias concluídos. O progresso fica salvo no navegador.
Gravidez, pós-parto, envelhecimento, deficiência, doença, tratamento, cirurgia, cicatrizes e transições podem alterar aparência, função e identidade corporal.
Puberdade, comparação e pressão de pares podem intensificar insegurança.
Recuperação e adaptação não seguem um calendário estético.
Mudanças merecem informação, conforto e cuidado sem invisibilidade.
Função e aparência podem variar; acessibilidade e autonomia são centrais.
Respeito ao nome, identidade, expressão e decisões corporais é fundamental.
Luto, adaptação e ambivalência podem coexistir com respeito pelo corpo.
Procure cuidado quando preocupação, alimentação, exercício, checagem ou evitação causam sofrimento, risco físico ou prejuízo no cotidiano.
Conteúdos sobre imagem corporal, saúde mental, mídia, alimentação, diversidade e bem-estar.
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